Meme Rotaroots: 5 (ou mais coisas) para se fazer (COMER) em Santos!

Olá, queridíssimos leitores! Tudo bem?

Gostaria de pedir desculpas pela ausência de posts por aqui. Estou trabalhando em ritmo alucinado e, quando não tenho nada pra fazer, o que é raro, aproveito para: fazer nada. Olha só que beleza.

Brincadeiras à parte, para quem ainda não sabe, nasci em Santos, litoral Sul de São Paulo e em tempos de calmaria sempre acabo por aqui, como boa parte dos paulistanos e interioranos desse Brasil.

Pois bem, no auge do meu ócio, enquanto eu comia uma torta de sorvete MA-RA-VI-LHO-SA que faz valer cada caloria ingerida, eu pensei: que tal fazer um guia de sobrevivência para quem não está familiarizado com as maravilhas desse praião? Por que não dar uma mãozinha pra quem quer comer, beber, dançar e se divertir com um pouquinho mais de dignidade?

Esse post, na verdade, já estava semi-escrito desde a virada de ano quando surgiu esse tema de meme lá no Rotaroots! Se você ainda não faz ideia do que quer dizer esse cazzo, lê até o final pra descobrir! <3

Sei que está  meio fora da temporada de férias e feriados longos, mas você que está aí, de biquíni, tomando sol à toa, com o bumbum na areia e o celular na mão, pode aproveitar minhas dicas hoje, amanhã, semana que vem, ou na próxima oportunidade que estiver por aqui, não é mesmo? Afinal… Planejar-se é preciso!

Diversão, pra mim, é sinônimo de boa comida. Sorry. Vou começar (e terminar), então, por esse item que é fundamental para o nosso bem estar em qualquer lugar do planeta: a alimentação.

Onde comer uma bela sobremesa? Onde está o melhor temaki da cidade? Prometo que depois faço um post com pontos turísticos, tá? Juro. Enquanto isso, #VEM:

 

LUGARES (e comidas Santistas!) QUE VOCÊ NÃO PODE MORRER SEM CONHECER


1 – Temakeria Santista (para os melhores – e mais exóticos – temakis do MUNDO)

R. Goiás, 197 – Gonzaga


Uma única porta, simples, aconchegante e com atendimento rápido. As chances de ter gente esperando na porta para entrar são imensas e digo desde já: espere sem reclamar (porque geralmente a espera é breve!) Para comer no balcão antes da balada ou com os amigos quando der uma fominha.

Temakis tradicionais com peixe fresquissimo, preparados no capricho por alguém que manja muito do que está fazendo e a arma secreta do local: o famoso crisp de mandioca que você pode acrescentar às receitas japorongas. É uma espécie de batata palha (de mandioca!), inventada pelos caras e feita por lá, que dá um sabor alucinante para cada enroladinho. JURO POR DEUS, vocês precisam dar uma chance pra isso!

Pra quem não é fã de alga – e ama peixe – os caras inventaram também uma casquinha fininha, como se fosse de sorvete, só que SALGADA. Chama Croc. Nessa versão, muito recheio e nada de arroz. Vale cada centavo.

Destaque também para as sobremesas que são DE CHORAR. E para os demais pratos tradicionais servidos. Tudo sucesso.

 

2 – Ao Chopp do Gonzaga (para um churrasquinho maroto, temperado no vinho e um chopp Baden Baden)

Av. Ana Costa, 512 – Gonzaga


O sabor da minha infância. Churrasquinho temperado de dar água na boca. A farofa, a batata frita, e o molho de cebola – que é, inclusive, patenteado – são divinos. O preço não é dos mais baratos, a espera geralmente é grande, mas enquanto não é possível se aconchegar com a família (ou os amigos) numa mesa, aproveite para tomar um choppinho Baden. Vem geladíssimo e é tirado com pouco colarinho. Enjoy!

 

3 – Cantina Di Lucca (para massas absurdamente boas, fartas, vinhos incríveis e um ambiente familiar)

R. Dr. Tolentino Filgueiras, 80 – Gonzaga


Um dos meus lugares preferidos da cidade. Massas caseiras extremamente bem feitas, pratos fartos e com muito, MUIITOOOOOO molho! Diferentes opções a um preço pra lá de honesto, com excelente atendimento e estacionamento grátis para clientes. Para sair rolando e voltar chorando de saudades para casa! Recomendo a mistura de molho branco, vermelho e pequenos pedaços de presunto gratinados. Incrível.

 

4 – Churrascaria Veneza (para curtir um espetão misto e o molho de ervas mais sensacional já feito em território nacional)

Av. Washington Luís , 407 – Gonzaga

Carne. Muita, muita carne. Saladão completo servido numa bacia gigante. Uma opção super digna pra quem chega na praia e não está disposto a abrir mão da carne vermelha (e não quer investir muitas Dilmas em um rodízio). Não deixe de pedir o MOLHO DE ERVAS feito por eles. Certamente depois de experimentá-lo você vai ter mais vontade de viver. HAUHAUHUAHUAHUA!

 

5 – Confeitaria Viena (COXINHA).

Av. Ana Costa, 514 – Gonzaga


A melhor coxinha de frango que você já provou na vida com ou sem catupiry.
Se essa iguaria merece pelo menos 500 pontos na escala #celulitenabundapançareacheada, o resto dispensa comentários.

 

6- Capim Limão (o melhor vegetariano-vegano da Baixada! Até quem é louco por carne vai amar!)

R. Prudente de Moraes, 63 – Vila Mathias

Opções que tem sabor para aqueles que não são chegados em carne. Dois pratos diários feitos com tanto, mas tanto carinho pela dona do local que dá até pra pensar em se tornar vegetariano. Juro. E olha que eu sou alucinada por uma carne bovina! Destaque para a sobremesa mais famosa do local: a tal torta de sorvete (do início do post), que vale cada caloria.

O espetinho (sim!!  ESPETINHO!!) e a feijoada  me emocionam só de lembrar. Vá sem preconceitos.

 

7 – Lanches Sevilha (sucos, vitaminas e a torta de banana causar briga na família pelo último pedaço)

Av. D. Ana Costa, 460 – Gonzaga

O Sevilha é um lugar simples, pra sentar no balcão, tomar uma vitamina e comer uma torta de banana inesquecível. Segredo da casa, não experimentei uma parecida em nenhum lugar que já visitei – e olha que já tentei até reproduzi-la em casa. Preços competitivos em todos os itens, vale a pena também experimentar os lanches com bife (sim, bifão de mignon no pão francês!!). São ÓTIMOS.

 

8 Kokimbos (para uma pizza INCRÍVEL com recheios diferentes)

Rua da Paz, 61 – Boqueirão (tem também em outros 2 endereços, mas esse é meu favorito!)


O preço pode parecer pauli$$$$tano demais para o litoral, mas pela variedade de sabores exóticos e massa fininha, vale a pena. Não tenha preconceito quando te sugerirem um pedaço da de abobrinha. Vem na minha que é super sucesso, I mean it.. Fora isso, o lugar é fofo, agradável, familiar… Uma excelente pedida pra ir com ozamigo tudo.

 

9 – Casa das Bananadas (bônus)

Av. Newton Prado, 49 – Morro dos Barbosas (São Vicente)

Esse lugar é em São Vicente, viu pessoal? E não, São Vicente não é uma praia de Santos. É uma cidade um pouco menor, coladinha da minha, conhecida por ser a 1ª cidade do BrasilZZzzZZzzZZzZzzz, enfim. Lá, desde 1921, existe um lugarzinho, pequeno, chegadinho, em cima do mar, chamado Casa das Bananadas. Além de, obviamente, Bananadas, o lugar vende cocadas – de todas as sortes – doces de abóbora, morangos trufados e outras coisas maravilhosamente caseiras que você PRECISA ingerir para aumentar com força sua probabilidade de ter diabetes antes dos 30.

Além dos docinhos INCRÍVEIS, a vista local é imperdível. Vale ir num dia de bastante sol e tirar bastante selfie virada pro mar. Garanto likes ou seu dinheiro de volta. =)

 

[EDITADO]

10 – O Beduíno – Menção honrosa feat. Toni e Fernanda

Av. Ana Costa, 466 – Gonzaga

(foto pelas lindas do Juicy Santos!)

Árabe de verdade, árabe raiz. Comida honesta, preço justo e um lugar agradável no coração do Gonzaga. Aliás, já repararam que o Gonzaga tem muitas opções gastronômicas, né? Acredito que grande parte da cidade tenha se desenvolvido por lá nos tempos áureos e esses lugares acabaram vingado…

Toni e Fernanda recomendam: Kebab de falafel, TODO o buffet e o café turco.

GOSTOU?????

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Os livros (sobre tudo) que li no último mês!

A imagem desse post é daqui: http://criticaconsciente.wordpress.com/category/livros-e-papeis-de-pao/

Como toda a pessoa que gosta muito de escrever, eu leio bastante. Muito mesmo. Teve épocas em que lia até um livro por semana, quando tinha mais tempo e não tinha um TCC pra administrar além do meu trabalho. Não tenho preconceito com nenhum gênero, já recebi livros de leitores para dar opinião, soft porn, livros de auto-ajuda, piada, humor… Leio de tudo. E quando estou um pouquinho mais ociosa, costumo pegar emprestado obras teóricas, crônicas e tudo o que aparecer na minha frente para devorar. Chato ou legal, acho que todo o livro ensina alguma coisa pra gente – nem que seja a nunca mais querer ouvir falar sobre um determinado autor.

Resolvi fazer uma listinha breve das melhores obras que li no último mês e espero que na sua próxima visita à livraria eles te dêem uma noção de que autores/gêneros/obras escolher!

Aproveitem! =D

Esse post não foi pago, eu comprei todos os livrinhos da lista e não ganho nada da Saraiva, do Submarino, do Extra ou do Ponto Frio para falar por aqui, ok? (não que tudo isso seja ruim, só queria avisar!)

Tudo por minha conta e risco!

 

BIOGRAFIA

Tim Maia – Vale Tudo

Ao contrário do que todo mundo imagina, Tim Maia, o autor de tantas músicas atemporais e animadas que tocam de casamento e formatura à batizado de bebê foi um cara sofrido. Negro, gordo e cafajeste, como ele mesmo se autodenomina, Tim teve uma infância e uma adolescência humilde e um histórico imenso de amores mal resolvidos, traições e momentos dramáticos. A história do rei do soul music nacional ensina muito sobre aquilo que pensamos sobre as celebridades – e àquilo que elas realmente foram em vida.

Escrito pelo jornalista e produtor Nelson Motta (amigo de Tim e também autor do livro “Noites Tropicais”, que fala sobre os bastidores da MPB no início da Bossa Nova), o livro é rico em detalhes, diálogos, risos e encontros. Para quem, assim como eu, é curioso sobre seus ídolos, o livro é uma boa pedida e pode ser encontrado também em versão pocket por cerca de R$15,00 (aqui e aqui).

 

SUSPENSE

O Jardim de Ossos – Tess Gerritsen

O Jardim de Ossos é uma obra bem construída que circula entre passado e presente, misturando romance e suspense sem se tornar dramática (ou melosa demais). O livro conta a história de Júlia, uma jovem recém-divorciada que encontra no jardim da casa que acaba de adquirir ossos não identificados que guardam um grande mistério… Em busca de respostas,  Júlia embarca em uma jornada vivida em 1930 pelos personagens Norris, Oliver e a imigrante irlandesa Rose. Júlia revive mortes, dramas, perseguições, intrigas e desvenda junto com seus antepassados a história do famoso estripador de West End.

Separadas por quase dois séculos, as duas histórias se desenvolvem de forma instigante, e levam a um final chocante e inimaginável. Confesso que tive medo de ler à noite, antes de dormir, e parei o livro várias vezes pra evitar pesadelos! Rs… Mas é uma obra excelente que faz com que queiramos ENGOLIR cada detalhe durante a investigação.

Comprei a versão VIRA-VIRA, baratinha, com dois livros da autora nesse link aqui. (MAS AINDA NÃO LI O OUTRO! AGUARDEM!)

 

DRAMA/ROMANCE

A Culpa é das Estrelas – John Green

A Culpa das Estrelas é um livro triste, para quem quer refletir sobre a vida. Me rendi aos encantos dessa pequena obra de tanto ouvir falar do autor nas redes sociais e não me arrependi. Apesar de previsível a obra é muito bem escrita e bastante poética. Com vários diálogos de aquecer até mesmo o coração dos mais céticos, Hazel, e Augustus vivem um romance adolescente como qualquer outro, exceto pelo fato de que ambos enfrentam uma situação de câncer terminal. Entretanto, com muito bom humor e quebra de clichês, John Green consegue cativar seus leitores pela coragem em abordar de forma leve um tema tão delicado. Vale cada a página.

Comprei o meu na Livraria Cultura de São Paulo (a da Av. Paulista), mas você pode encontrar aqui óh.

 

SCI-FI/AVENTURA

Feios/Perfeitos/Especiais – Scott Westerfeld

Nunca tinha lido nenhum livro desses futuristas. Na verdade sempre li muito mais crônicas que narrativas, mas como moro em uma república de estudantes (e todos tem um gosto bastante eclético para livros) acabo esbarrando, vez ou outra, em uma obra mais diferentona daquilo que tenho hábito de consumir. Fiquei muito intrigada, na verdade, com a capa dessa trilogia, mas apesar disso dei preferência ao meu bolso e, mais uma vez, comprei as versões pocket (Vira-Vira). É ótimo pra levar no ônibus, na bolsa e, cara… Você compra DOIS LIVROS PELO PREÇO DE UM. É sucesso.

Voltando a história em si, os livros “Feios”, “Perfeitos” e “Especiais” fazem uma crítica não declarada à sociedade das aparências em que vivemos atualmente. Pelo menos, foi assim que encarei a narrativa. Nessa sociedade “do futuro”, meninos e meninas aguardam ansiosamente os seus 16 anos um momento no qual são transformados, literalmente, em pessoas perfeitas. Deixam de ter as características vindas de seus pais por meio de cirurgias plásticas e tecnologias malucas, para terem a aparência dos sonhos e a vida que todo jovem inconsequente gostaria de levar para o resto dos seus dias: com festas, glamour e pouquíssima reflexão sobre os problemas do mundo.

Me surpreendi com a aventura, me envolvi com os dramas e achei o livro uma excelente forma de despertar na galerinha mais nova, que curte esse tipo de literatura, uma reflexão sobre o que é bacana-certo-bonito-feio-novo-velho e outras muitas coisas loucas que acontecem durante o texto. Mas já aviso: não dá pra ler só um volume. E a versão VIRA-VIRA só traz duas, das três (que na verdade são quatro obras, mas eu não li a última, que é como se fosse uma continuação A MAIS da história) e você acaba tendo que investir um pouco  no último livro, em tamanho normal e também mais caro que os outros.

Você pode comprar os VIRA-VIRA aqui, por + ou – R$15,00, no formato individual ou em kit, que estão com um preço bacana no Submarino.

 

ESSE POST NÃO É UM PUBLIEDITORIAL.

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por onde recomeçar?

Pedi a uma amiga que me ajudasse a pensar em um tema para escrever aqui. E falando sobre as coisas que a vida anda mostrando com suas reviravoltas, ela sugeriu que uma boa pauta seria o recomeço.

Como recolher tudo aquilo que restou de nós ao final de um relacionamento e voltar a achar o que nos cerca mais maravilhoso que confuso? Como, lá pelos 30 e tantos anos, não achar esquisito voltar à vida de solteira e não ter preguiça de reviver aquelas coisas que, há muito, já haviam sido esquecidas? Onde encontrar alguém realmente interessante e, acima de tudo isso, como ter confiança novamente de que estar envolvido com alguém pode ser mais delicioso que cruel?

As perguntas eram muitas. E as respostas, mais ainda.

Acho que não existem fórmulas para se dar bem na vida; nem no amor, nem no trabalho, nem nos negócios. Mas existem estratégias que nos fazem refletir sobre a nossa conduta em relação aquilo que somos hoje, sobre aquilo que éramos, o que tínhamos e o que gostaríamos de ter. E parece um dos maiores clichês do mundo, mas compreender onde estamos e  onde queremos estar é o que nos faz andar pelo caminho certo. E deixar tudo muito mais simples.

Outra coisa que dizem por aí é que só superamos um amor com outro. Não acho que emendar relacionamentos sem sentido seja a melhor estratégia, mas acho que manter-se disponível torna as coisas mais leves. Saiba que agora você está livre para olhar uma pessoa bonita no metrô (aliás, quando foi que não esteve?) e que não existe problema nenhum em ser mais simpática com aquele colega de trabalho que sempre foi muito solícito (e super gracinha). É preciso, também, reviver antigas amizades e fazer novos círculos de relacionamento. Seja na academia, no curso de inglês ou em um aniversário no bar. O importante é não ficar em casa, isolada do mundo, sofrendo com as memórias daquilo que foi planejado – e nunca mais vai se concretizar. Não com aquela pessoa.

Aliás, acho que o principal ingrediente para tornar nosso recomeço mais simples é parar de ter pena da nossa existência. Parar de achar que seremos para sempre infelizes e incapazes de nos envolver. Se não dá pra suportar o modo como sua vida encontra-se hoje, viva outra vida, então. Uma alternativa. No qual você é linda, incrível e não precisa se preocupar com quem vai casar depois de amanhã.  Você nem ao menos consegue pagar aquela parcela da máquina de lavar, pare com isso, menina! Permita-se um pouco de esquizofrenia. Reinvente-se

Lembre-se sempre do seguinte:

1 – Seu problema não é o maior do mundo. Para todas as coisas que acabam na nossa vida, outras começam. E há situações muito mais irremediáveis que um fim de um namoro, noivado, casamento…Shame on you.

2 – Não fique remoendo memórias, guardando fotos, fuçando a vida do outro. É como jogar álcool nas feridas abertas, um sofrimento completamente opcional. E irracional.

3 – Não desconte na comida, na bebida, no álcool, nas baladas em excesso, no trabalho… Equilibre-se. Aproveite para concluir projetos individuais dos quais nunca teve tempo e, se estes nunca existiram, invente novos objetivos de vida. Pra já.

4 – Desabafe. Chore. Xingue. Reclame dele pra sua mãe, irmã e amigas (ou amigos). Mas nunca, em hipótese alguma, faça barraco. Não peça para voltar, não queira estar com quem optou por se afastar. A maior insanidade é cobrarmos dos outros coisas que não tem valor. E que, há muito, já não fazem mais sentido.

5 – Seja uma pessoa linda. Por dentro e por fora. Se os quilos a mais ou a menos te incomodam, insista numa dieta. Se esse corte de cabelo te desagrada, mude. Aprenda a não depender de ninguém para sentir-se maravilhosa. Busque uma razão maior para existir que outra pessoa, que um emprego, abrace uma causa. As pessoas mais incríveis que eu conheço não são as mais gostosas/malhadas ou super cheias de plástica. Aliás, muito pelo contrário.

No mais, acho que um dia após o outro nos obriga a superar.

Toda e qualquer coisa.

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O que fazer quando… Quero conseguir meu primeiro emprego!

Olá fofíssimo e dedicado leitor, tudo bem?

Nessa semana, com muito orgulho e emoção, o Hipervitaminose traz sua mais nova seção batizada de: “o que fazer quando?” Esse é mais um espaço participativo  que tentará esclarecer algumas dúvidas recorrentes que recebo por e-mail e que merecem ser colocadas por aqui, já que todos nós temos alguns momentos que precisamos de uma… “Forcinha”!

Conto com vocês para trazer temas bacanas (e até mesmo inusitados, por que não?) para discutirmos por aqui!

Nessa deliciosa manhã de sexta-feira vamos falar sobre O TAL DO PRIMEIRO EMPREGO e dar algumas dicas para você que está na faculdade, no colegial, ou que se formou, fez Pós-Graduação, mas ainda não conseguiu encontrar um trabalho para chamar de seu.

Em primeiro lugar, SAIBA O QUE ESTÁ BUSCANDO. Sei que essa frase parece bastante óbvia  para quem já tem uma certa exepriência, mas quem está começando agora no mercado de trabalho não tem muito conhecimento sobre as áreas de atuação disponíveis para o seu interesse. Não adianta colocar no currículo que é excelente escritor, mas que “está aberto a outras oportunidades dentro da empresa”, isso passa aos recrutadores uma imagem de indecisão.

Para que alguém confie no seu potencial é necessário VENDER BEM o seu próprio peixe e se dedicar a algo que realmente faça sentido para a sua vida. Não se acha tão bom assim? Comece como estagiário! Ninguém nasce sabendo e não há problema nenhum em perguntar. Só não vale tentar nenhuma área por medo de cometer erros, ok? O negócio é se jogar!

Não tenha pressa, mas não seja acomodado. Entre em blogs, fóruns, sites dos locais nos quais você deseja trabalhar e esteja sempre atento aos prazos de seleção.  No meio e no final do ano são os períodos nos quais os empregadores mais buscam estagiários, trainees ou até mesmo profissionais temporários. Se você ainda está no colégio e quer ganhar uma graninha para se sentir no mundo adulto, é uma excelente oportunidade.

Redija um currículo objetivo e não minta. Se não tem experiência assuma. Não coloque características como “carismático” ou “perfeccionista” neste tipo de material. Os empregadores querem saber se você tem as qualificações profissionais necessárias para o cargo, ou seja, COMPETÊNCIA para tal. Isso tem a ver com seu nível de inglês, com um curso técnico, graduação e atividades extra-curriculares como curso de desenho ou de algum software específico para sua área.

“Mas Ericka, prefiro escrever tudo sobre mim em um papel. Sou muito tímido e travo na hora da entrevista”. Ser tímido não é defeito. Defeito é não saber lidar com as situações sociais que exigem que nos apresentemos de forma educada e clara para uma determinada pessoa. Uma entrevista nada mais é que uma conversa entre alguém que QUER CONTRATAR e alguém que QUER SER CONTRATADO. Responda as perguntas tranquilamente e demostre interesse sobre o assunto. Se não der certo em um primeiro contato outras oportunidades surgirão naturalmente e você vai ficando cada vez mais à vontade para expor aquilo que tem de melhor.

“Ok, fiz tudo isso e já estou cansado de ninguém me chamar para nenhuma vaga. E agora?”

Não fique parado. Leia, pesquise, desenvolva-se, estude, informe-se e, acima de tudo, não desista. Imagine quantas pessoas estão terminando algum tipo de curso e quantas delas também não buscam o mesmo que você. Fez as contas? São muitos profissionais que existem no mercado, mas também são muitas as vagas. Vale refazer o currículo, se matricular em algum curso gratuito e até mesmo verificar a possibilidade de serviços pagos para colocação profissional, como a Catho, por exemplo. Não, este não é um post pago, mas eu mesma já utilizei o serviço deles e tive retorno lááááá no comecinho da minha vida profissional.

Vale a tentativa!

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Tem alguma sugestão para o próximo tema? Me manda uma mensagem lá na página do Hiper no FACEBOOK! Vou adorar!

 

Créditos da imagem: http://guitarherologia.blogspot.com.br/2012/12/a-problematica-do-primeiro-emprego.html

 

 

 

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o mundo é das vagabundas

Estou cheia de escutar conversinha de corredor em que fulana de tal foi trocada por uma desclassificada sem família. Cansada também de ouvir a mulherada reclamar pelos cantos, cheia de recalque, que os homens preferem as vagabundas. Que não gostam das mulheres que prezam pelo seu intelecto e sim, pelo corpo. Que não adianta ser uma boa profissional, elegante e fiel que o que eles querem mesmo é carne – em abundância – e, de preferência, exposta.

Odeio rótulos. O termo vagabunda, extremamente pejorativo, pode significar diversas coisas segundo o seu contexto. Aquela mulher que opta por experimentar diferentes caras antes de ter um envolvimento mais profundo, que valoriza o seu corpo e se veste para matar, não é, necessariamente, uma vagabunda. Ela também pode ter seu lado romântico, ser inteligentíssima e, acima de todas as coisas, saber o que quer. Não há nada mais afrodisíaco do que uma mulher que não se deixa levar pelos encantos masculinos e que, assim como eles, entende que não é todo o sapo que vira príncipe com um beijo na boca. A vagabunda é a mulher evoluída, aquela que não vai sofrer por quem não vale a pena.

As vagabundas tem história pra contar, tem bagagem. E muito mais valor do que pensam por aí. Não se importam tanto com a auto-imagem a ponto de não falar palavrão, conseguem assistir e comentar um jogo do timão sem medo de serem levadas ao ridículo. Aliás, o maior trunfo das vagabundas talvez seja isso: a ausência de medo. Não é porque ela está na casa dos 20 e ainda não namorou sério que é uma libertina. Não é porque ela não escolheu um só que deseja todos. Ela só acha que algumas coisas na vida precisam de experimentação, de tempo, de análise e, principalmente, de muita paciência para não errar.

A verdadeira vagabunda não se expõe. Não é aquela que rouba o marido da amiga ou que dá em cima do chefe; essa daí é a piranha, perigosíssima, morde sem assoprar.  A vagabunda tem muitas amigas, aconselha todas elas e desperta um pouquinho daquela inveja natural entre as mulheres, aquele sentimento de que poderíamos ser sim mais livres, por que não? Na vida da vagabunda tudo é muito mais leve, muito mais simples.

Mulheres, sejam vagabundas. Aprendam que não é preciso levar um relacionamento onde não houve encaixe nenhum adiante só para não ficarem mal faladas. Entendam que caráter e bom senso de nada tem a ver com liberdade sexual, com roupas justas ou um pouquinho de sensualidade – não nascemos diferentes dos homens à toa. Pior que libertar todos os instintos é contê-los. Melhor uma vagabunda (e por que não?) feliz, que uma enrustida frustrada.

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10 passos para ser uma pessoa melhor

Tenho visto em muitos blogs de relacionamento essa coisa de passo-a-passo para alcançar alguma coisa e percebido que os leitores gostam muito de acreditar que a vida é mesmo assim, redondinha,  como se bastasse um manual para que tudo ocorra da maneira que se deseja. Não acho  exista um manual para a felicidade e acho que esse é um conceito tão relativo quanto a beleza – cada um tem o seu padrão.

Mais uma vez, volto a dizer, que não sei aquilo que deve ser feito para atingirmos o amor verdadeiro ou conquistarmos o trabalho ideal, mas sei que todas as mudanças desse mundo começam dentro da gente e na imagem que temos de nós, do mundo e naquilo que as pessoas enxergam que somos. Resolvi então entrar na dança do passo-a-passo para a vida e fazer uma lista dos 10 passos para que você se torne uma pessoa melhor. Não sei se vai trazer seu amor de volta em uma semana, se você vai ser promovido à gerente na empresa, mas sei que a vida se torna mais leve quando passamos a tomar algumas atitudes bobas e, acredite, as pessoas notam.

Vamos ao que interessa?

1. Sorria para as pessoas na rua, todos os dias.

Já percebeu como os cobradores de ônibus, porteiros, caixas de supermercado e garçons ficam muito mais solícitos quando são bem tratados? As pessoas não tem culpa de você ter acordado cedo para trabalhar, que tal dar a elas um pouco do amor que está aí, sobrando no peito? Faz bem para a alma.

2. Evite os micro aborrecimentos

Não se deixe levar por uma cortada no trânsito, uma palavra mal colocada de um colega, ou por um cocô de passarinho no cabelo. Essas coisas são pequenas e devemos aprender a nos proteger da ira, já que o tempo inteiro, nas cidades grandes, somos provados para perder o controle a cada dia mais…

3. Escute uma música brega e cante com ela

Jé ouviu o ditado de que quem canta, seus males espanta? Pois bem…Escolha uma música de gosto bem questionável (tenho uma lista vasta aqui) e cante com ela. Compartilhe com os amigos, ria de si mesmo. Aposto que o seu humor melhora.

4. Escute as pessoas que te param na rua

Seja o mendigo, seja o hare krishna, seja o pessoal do Greenpeace. Escute as pessoas, argumente com elas, teste sua tolerância. São outros seres humanos que estão se contactando com você, não há pressa que justifique o mínimo de cordialidade com os demais. Nem que seja para dizer “não”.

5. Olhe para quem está falando com você

Não basta escutar com os ouvidos, as pessoas precisam entender que são ouvidas. Se puder responder ou contra-argumentar, então, será um exercício e tanto.

6. Permita-se perder mais tempo no banho antes de dormir

Não temos tempo pra nada, eu sei. Mas o banho, pelo menos para mim, é um momento inspirador. Ninguém está me vendo, então eu posso cantar bem alto. Ninguém está vendo minhas caras ou meus pensamentos, então posso pensar naquilo que quiser. Além de deixar aquela água quentinha correr nas minhas costas. É renovador, acredite.

7. Leia um livro

Passamos tanto tempo na frente do computador que esquecemos da delícia e da introspecção que é ler um livro.

8. Cuide de uma planta ou de um bichinho como se fosse uma extensão sua

Porque ter alguma coisa ou alguém que é dependente de você, faz você rever alguns valores na vida, principalmente os que dizem respeito à família…

9. Vá caminhar na praia

Não há terapia melhor que colocar os pés na areia e na água do mar deixando a cabeça livre para pensar em nada. Sem pressa, tomando uma água de coco… É libertador.

10. Quebre alguma regra

…que não te faça ser preso. Coma a sobremesa antes do almoço, adiante ou atrase o relógio, use pares de meias trocadas, entre pela porta de trás do ônibus (se você estiver em São Paulo), faça 10 minutos a mais de almoço, cabule uma aula. Às vezes (só às vezes, ok?) sair da rotina alivia as tensões do nosso dia-a-dia, sejam elas quais forem e nos tornam, enfim, melhores. Não precisamos fazer tudo certinho o tempo inteiro. Ninguém faz.

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a sabotadora.

Queridas, vejam bem: um homem, quando interessado em uma mulher, fica burro. E passa a aceitar todo o tipo de conselho gratuito vindo de pessoas bem ou mal intencionadas. Se esse homem for bonito, ou interessante  e despertar algum tipo de emoção naquela sua amiga (?) que não consegue ficar sozinha e ver os outros se darem bem, abra o olho: a sabotadora a entra em ação.

Não é que ela queira o seu mal, ela só não deseja que você roube o que ela acredita que seja dela. Algumas mulheres tendem a se sentir ameaçadas quando outras passam a ser mais interessantes que elas para o círculo de amizades masculinas, que antes não era compartilhado entre as partes. Deu pra entender? Às vezes ela nem pretende ter alguma coisa com o cara, só não quer perder o posto de bola da vez. Só quer continuar sabendo que ainda é mais interessante que outra mulher, só quer saber que se tudo der errado na vida amorosa ela terá alguém para contar. E a partir daí, te boicota. Planta informações ao seu respeito que não são reais, espalha por aí que você está fechada pra balanço, que nunca dá a mínima para os caras no dia seguinte, que se decepcionou muito no passado, que você virou sapatão, enfim, monta uma arapuca. E o jovem moçoilo, achando que a fulaninha aí sabe TUDO e mais um pouco sobre você, cai na conversa fiada. Fiquem espertas. Faça você o contato com o bofe objeto de desejo, sem intermediários. Coragem! No mínimo, um amigo, você ganha. Sem famas inventadas.

 

 

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