Conselho da felicidade.

Ninguém se importa com a roupa que você usa, com as coisas que você come ou com quantas vezes você vai ou não à academia.

E, se alguém se importa, é porque você permite que essas coisas gritem maia alto do que aquilo que você é.

Seja.

Sempre.

Ainda que incomode.
Ainda que cause estranheza.
Ainda que as outras pessoas não entendam.
Quanto mais de você tiver na sua vida, mais rápido as pessoas passarão a se acostumar com a sua verdade. E mais rápido você vai se acostumar a ser quem é. Perdemos mais tempo nos desgastando pra caber onde não nos encaixamos que amando quem somos.
Ser fiel a si mesmo é uma transgressão.
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gordinho semidébil (sem ofensas).

Uma amiga muito muito amiga me falou sobre um texto que ela leu uma vez sobre a fragilidade das mulheres em uma dessas revistas femininas famosas. Achei o conceito apresentado tão bom que, mesmo sem conseguir encontrar o tal texto pela internetê, achei que seria de utilidade pública que todas as mulheres tivessem acesso à pelo menos parte daquelas ideias.

Toda a mulher já se interessou por um babaca, toda, toda mesmo. Um babaca lindo, com um look incrível e uma barba de responsa. Ou apenas um babaca gordinho, um babaca semidébil que não sabe se vestir, não sabe ser agradável em grupo e que, simplesmente, deveria ser  impossibilitado de xavecar qualquer ser bípede vivente. E esses babacas, lindos ou não, inteligentes ou não, sensacionais ou não, são capazes de destruir em minutos a autoestima de qualquer mulher pelo simples fato de serem… Homens. Quantas vezes você já se viu chorando pelos cantos por um sujeito do qual tinha plena consciência de que não valia a pena? Quantas vezes você se pegou discutindo sobre alguma coisa que nem deveria, que estava te magoando profundamente sem, ao menos, saber exatamente o porque de tudo aquilo?

As palavras daqueles que consideramos, por menos qualificadas que essas pessoas sejam, por mais escrotas e sem noção que elas possam parecer, nos ferem. E a cada novo relacionamento, carregamos essas coisas conosco, acumulamos um ofensa aqui, outra ali e destruímos nossa amor próprio. Passamos a acreditar que somos meses estranhas, loucas, feias, desinteressantes e incapazes de nos relacionar. Aliás, toda a frase que começa com “olha, sem ofensas, mas…” geralmente nos agride. E acabamos incapazes de nos livrar desses acúmulos de coisas ruins, acabamos por acreditar mesmo que aquilo o gordinho semidébil disse é verdade quando muitas vezes não é.

O que é uma pena para o resto da sociedade e para os nossos relacionamentos futuros, o que nos impede de agir de um jeito XIS ou IPISILON para evitar conflitos. Sabe, às vezes, é necessário. Às vezes somos mesmo muito explosivas ou neuróticas, existem coisas que de fato precisamos trabalhar enquanto pessoas. Mas não é plausível que aceitemos tudo, principalmente daqueles que não possuem referências para tal.

E parem, por favor, de se encantarem por qualquer porcaria que demonstrar o mínimo de carinho.

Para ter mais, precisamos também, escolher melhor.

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