Tecnologia Vs Eu!

JESUS!

Vim pedir desculpas públicas porque demorei uma VIDA pra aprovar os comentários! Estou na casa de uma amiga nesse momento vendo o que rolou nas ultimas semanas no meu próprio blog (jah q o cara de quem eu roubava sinal de wireless resolveu BOICOTAR o meu esquema… OHHH NOEES!!!!)

Prometo postar algo de útil em breve, ok???

Obrigada pelas visitas!

Bjus!

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Sonhar faz bem…

 

Hoje, depois de um tempinho sem receber propostas de trabalho, fui chamada para fazer uma entrevista de emprego em uma Assessoria de Imprensa que era fundamental nos tempos em que eu trabalhava no Diário.

Não sei se fui bem ou mal, não sei se gosto ou não de assessorias de imprensa, mas uma coisa que não sai da minha cabeça é o desejo de trabalhar em uma revista, de preferência que lide com o público feminino e fale de assuntos que circulem BEM LONGE do direito, da política e da economia. Odeio esses temas (que ninguém de lá descubra!), e sei, isso é completamente errado e fora do perfil jornalístico que eu deveria ter.

Não sou fútil, mas seria delicioso escrever sobre cremes pra cabelo, moda, dicas de música, filmes do momento, e listas do tipo “100 maneiras para enloquecer seu paquera”…Sabe como é?

A gente tem às vezes sonhos tão esquisitos que não sabe caminhar para eles, e eu, caros leitores, até agora só trabalhei com coisas sérias.

Alguém quer me dar um emprego feliz?

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Ídolos politicamente corretos

Pegando carona no post anterior e após ler o comentário da Lette (que eu achei super sensacional) achei uma notícia no G1 que me fez virar fã do trio sensação do momento, o Jonas Brothers.

Antes disso, acho que talvez tenha sido mal interpretada no post anterior. Não estava criticando a castidade do padre, coitado! E sim o fato dele não poder casar…O que são coisas diferentes! Acho que a pedofilia em instituições religiosas e outros distúrbios relacionados à sexualidade podem vir SIM dessa repressão e sacrifício imposto pela igreja católica. Afinal somos todos humanos…

PERMANECER casto e não contrair família não é bíblico e sim institucional e deveria partir de uma decisão pessoal. Claro, se os padres optam por ser padres isso faz parte do pacote e não sou eu quem vai mudar nada, nem quero! Mas por que pastores podem casar e padres não? Mera questão histórica colocada pelo homem. Que eu acho que deveria ser revista DE FATO.

Mas falando sobre o assunto deste post os Jonas Brothers, assim como a Miley Cyrus, que faz o seriado Hannah Montana, resolveram adotar um assessório pra lá de moderno e polêmico: o anel da castidade. Acho que essa é a primeira vez que vejo um grupo de jovens famosos defenderem uma coisa dessas, tão desvalorizada pela minha geração.

O portal G1 explica ainda que a idéia dos “anéis da pureza” nasceu nos Estados Unidos no início da década de 90 com o programa True Love Waits, que prega a abstinência sexual até o casamento. O projeto, que percorre escolas e instituições ligadas à juventude, começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países.

Admiro os mocinhos, mas a Miley Cyrus me surpreendeu. Não foi ela quem tirou fotos pra lá de sensuais que circularam pela internet?

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Rei do pop gospel

Sou evangélica.

Num dos bate-papos depois da meia noite que frequentemente acontecem durante a semana na minha casa de São Paulo fiquei surpresa ao ser apresentada a um “padre pop”, lin-dis-si-mo e que canta bem pra caramba.

Reforço que sou evangélica. Esse padre deveria poder casar.

O padre Fábio de Mello é muito questionado. Com pinta de galã de novela da Globo e um olhar de matar solteiras por aí afirma manter sua castidade e pureza mesmo em meio as beatas frenéticas que fazem corinho de “LINDO” toda vez que inicia uma nova canção. E mais: batina no palco nem pensar! Fábio usa camisas da última moda, colares, anéis e cabelinho arrepiado (além de ser uma simpatia no palco. )

Se no lugar de “Jesus” colocarmos “Gabriela” algumas de suas canções viram verdadeiros hits românticos, e eu sinceramente o admiro profundamente por tentar ser diferente em meio à uma Igreja Católica às vezes tão atrasada em seus ideais…

A nossa discussão caseira se iniciou porque uma amiga está tendo um caso com um padre. Não revelo nomes. Talvez seja a hora da igreja católica repensar se ainda é prudente manter uma regra criada na idade média em tempos de pedofilia, homossexualismo e padres galãs everywhere.

Para saber mais:

http://www.fabiodemelo.com.br/

Para ver pra crer:

http://br.youtube.com/watch?v=aTtYuvkJ_6s&feature=related


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Chutando o balde

Sei que sou meio boca dura.
Na infância e principalmente na adolescência nunca levei desaforo pra casa, e ainda não levo. Mas na realidade, meu problema não são os desaforos, são as coisas que as pessoas querem dizer e não dizem, o que me ofende muito mais do que se as coisas fossem ditas com todas as letras.

Posso explicar melhor.

Não tenho a menor sorte com empregos. Meu primeiro estágio, quem acompanhou de perto sabe, se misturava a vida pessoal da minha chefe. Eu era uma espécie de secretária pessoal/office boy com ênfase em jornalismo, vamos dizer assim.

Quando mudei para o Diário, acreditei que existiria mesmo uma mudança. E houve. Meu salário que era sempre pago em dia pela Prefeitura, passou a atrasar semanas. E os sapos, sempre presentes, não era mais engolidos de pernas abertas, mas acompanhavam um apimentado molho chili que me dava indigestão.

Sem maiores analogias, trabalhar no Diário é como ser livre e presa ao mesmo tempo. O tempo é curto, a demanda é longa, a supervisão, mínima e as cobranças as-tro-nô-mi-cas. Quem nunca se sentiu incompetente deveria fazer um workshop aqui, é ótimo para quem já pensa em cortar os pulsos só por morar em São Paulo.

Falta pessoal, falta incentivo e falta comunicação – item interessante para quem atua nessa área.

Esse é meu post inaugural do novo blog porque meu sentimentos são indissociáveis daquilo que eu escrevo e é impossível falar sobre mim sem saber o que está dentro de mim.

Sou complicadissima e divertidissima também. Adoro fazer rir, principalmente da minha própria desgraça.

Sinta-se à vontade.

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